Governo do Distrito Federal
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9/02/18 às 11h18 - Atualizado em 29/10/18 às 15h46

Projeto Controladoria na Escola inicia etapa de preparação para 2018

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A reunião de planejamento com professores da rede pública e organizadores do projeto ocorreu na tarde desta quinta-feira (8) no Palácio do Buriti
O projeto Controladoria na Escola iniciou a etapa de preparação para 2018. Em reunião com professores da rede pública e servidores da Controladoria-Geral do Distrito Federal e da Secretaria de Educação, foram discutidas propostas de melhoria para o projeto que estimula a cidadania nos estabelecimentos de ensino.
O objetivo do encontro foi recolher sugestões dos professores que participaram do projeto em 2017 para aperfeiçoamento da iniciativa.

A reunião ocorreu na tarde desta quinta-feira (8) no Palácio do Buriti, com a presença do secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, e o controlador-geral adjunto, Marcos Tadeu de Andrade.

 

No ano passado, o projeto funcionou em 104 escolas. Para 2018, em virtude do sucesso da proposta, serão abertas 200 vagas.

 

De acordo com o controlador-geral-adjunto, Marcos Tadeu de Andrade, a expectativa para este ano é a melhor possível. “O projeto está sendo ampliado, estamos dando uma dimensão muito maior que em 2017”, disse.

 

“O projeto no ano passado foi um sucesso, sobretudo porque cria muita consciência nos alunos” Júlio Gregório Filho, secretário de Educação

 

Para ele, o objetivo é levar a auditoria cívica para dentro e fora da escola. “A ideia é que a gente tenha cidadãos mais bem preparados para exercer a cidadania”, completou.

 

O secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, enfatizou que projetos dessa natureza fazem parte do que a pasta quer para a restruturação do currículo educacional, pois trazem aprendizagens significativas. “O projeto no ano passado foi um sucesso, sobretudo porque cria muita consciência nos alunos”, observou.

 

Como funciona o Controladoria na Escola

O Controladoria na Escola, lançado em 2016, visa estimular a participação de professores e alunos em ações cidadãs e de controle social dentro do ambiente escolar.

 

Desde a auditoria cívica, alunos escolheram um problema relevante para a escola e partiram para buscar a solução. Planejaram e executaram, com esforço de todos, projetos que modificaram a realidade do ambiente escolar.

 

O projeto começou com a participação de dez escolas em 2016 e, em 2017, passou para 104 unidades inscritas. Vencedor no ano passado, o Centro Educacional 14 de Ceilândia, por exemplo, criou um aplicativo para monitorar a limpeza e a conservação do patrimônio, além de ajudar no entendimento da corrupção no cotidiano escolar.

 

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Edição: Vannildo Mendes