Governo do Distrito Federal
9/06/21 às 10h32 - Atualizado em 10/08/21 às 7h07

Controladoria apresenta a servidores sistema de gestão das correições

 

 

O Sistema Correcional Integrado foi apresentado durante evento virtual para 100 participantes

 

 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), apresentou, para mais de cem participantes, o Sistema Correcional Integrado (SCI) durante evento virtual ocorrido na terça-feira (1º de junho). O SCI é voltado para agentes públicos que atuam em áreas correcionais no Governo do Distrito Federal. O Sistema, desenvolvido pela CGDF para auxiliar no gerenciamento dos processos correcionais, aperfeiçoar a gestão e garantir mais eficiência administrativa.

 

O controlador-geral do DF, Paulo Martins, abriu o evento destacando a importância da ferramenta criada pela CGDF para o sistema correcional do Distrito Federal e ressaltou o quanto é fundamental a participação de cada um dos servidores da área na fase inicial de utilização, para o aprimoramento do próprio SCI e o acompanhamento pela Controladoria.

 

“A CGDF tem feito o seu papel no sentido de dar mais condições de trabalho e instrumentos que permitam acompanhar o desempenho de correição em todo o Distrito Federal. A automatização dos processos e o acompanhamento por parte da Controladoria se tornará mais eficiente com o SCI. Esse é um Sistema que vem sendo aprimorado desde seu lançamento, em 2019, e que precisa do feedback de vocês para ser cada dia mais útil”, destaca o controlador-geral.

 

O Sistema Correcional Integrado foi desenhado pela área de tecnologia em conjunto com a área de correição da CGDF para monitorar de forma efetiva os processos correcionais do DF. O SCI está integrado ao Portal da Transparência do DF, ao Portal do Servidor (SIGRH) e ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Para o subcontrolador de Tecnologia da Informação e Comunicação (SUBTI), Guilherme Modesto, o objetivo é facilitar o dia a dia de todos, mas para isso é fundamental o uso do Sistema: “Há uma mudança cultural, uma mudança de paradigma, mas sempre digo que para o sucesso do Sistema temos que usar, criticar, para que as melhorias e o aprimoramento aconteçam”.

 

Para a subcontroladora de Correição Administrativa da CGDF, Ismara Roza, essa é uma entrega significativa para a área correcional do DF. A capacitação vai permitir aos órgãos e entidades do DF o armazenamento de forma segura, em base única, das informações relacionadas aos procedimentos administrativos disciplinares.

 

Com o SCI os servidores poderão acompanhar, monitorar os procedimentos, identificar, avaliar, tratar os riscos existentes nos processos disciplinares em curso e evitar a prescrição. “É uma valorosa ferramenta de gestão correcional. Conto com vocês para alimentar e manter atualizados os dados no SCI, não só para isso, também para sermos multiplicadores dos conhecimentos que vamos adquirir aqui hoje.  Dentro de cada órgão, de cada entidade de cada um que os senhores atuam. Juntos vamos tornar esse Sistema a Base de Dados Oficial de Informações Correcionais”, afirma a subcontroladora Ismara Roza.

 

O treinamento do Sistema Correcional Integrado ficou a cargo de Reinaldo França Lopes, diretor de Execução da Coordenação de Procedimentos Disciplinares e de Fornecedores da CGDF. As funcionalidades, o cadastramento e as etapas do Sistema foram explicadas passo a passo. “Essa é primeira de muitas oportunidades que teremos para apresentar o SCI e para capacitação dos servidores na utilização do Sistema. Para tanto é necessário que as unidades correcionais padronizem rotinas regulares de inserção e atualização dos dados”, alertou o coordenador.

 

Reinaldo esclareceu que nesta fase foram implementados os módulos de Juízo de Admissibilidade, Processo de Investigação Preliminar (PIP) e Processo Administrativo Disciplinar (PAD), e em breve serão disponibilizados módulos de Sindicância, Processo Administrativo de Responsabilização (PAR) e o módulo de Tomada de Contas Especial.

 

Dois destaques feitos pelo coordenador chamaram a atenção dos participantes: a integração do SCI com o SEI, que possibilitará a comunicação direta e automática entre os dois sistemas, e a publicidade no Portal da Transparência das informações registradas, não sigilosas, que permitirá consultas pelo cidadão. “Na publicização dos dados temos a transparência dos procedimentos correcionais e, ao mesmo tempo, estamos respeitando o sigilo das informações com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, esclarece.

 

Finalizando, Reinaldo França enfatizou que os registros no SCI servirão como uma memória institucional: “Temos que ter continuidade do serviço público. Devemos trabalhar para que lá na frente todas as setoriais tenham a gestão desses dados de forma segura, possibilitando a melhor condição de trabalho na consulta de informações”.

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