Governo do Distrito Federal
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10/12/13 às 12h21 - Atualizado em 29/10/18 às 15h36

Inscrições para concurso de auditor começam dia 20

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O salário inicial para o cargo é de R$ 12 mil, mais benefícios. São 60 vagas distribuídas entre as secretarias de Transparência e Controle, Fazenda e Planejamento e Orçamento

Foi publicada na segunda, 30, uma retificação do edital do concurso para auditor de controle interno do Governo do Distrito Federal (GDF). O período de inscrição, agora, vai de 23 de janeiro a 10 de março. As provas também mudaram de data e ocorrem nos dias 22 de junho (para a especialidade de Planejamento e Orçamento) e 29 de junho (para a especialidade de Finanças e Controle). Veja aqui a retificação na íntegra.

São oferecidas 60 vagas, mais 240 para cadastro reserva. As oportunidades estão divididas nas especialidades finanças e controle (30 vagas) e planejamento e orçamento (30 vagas). A Fundação Universa é a banca responsável pela seleção.

O concurso foi anunciado no Diário Oficial do DF em 2 de dezembro. As inscrições custam R$ 83,50. Para concorrer ao cargo, que oferece remuneração de R$ 12 mil, é necessário ter nível superior completo, em qualquer área de formação. Veja aqui o edital completo.

As vagas serão distribuídas entre a Secretaria de Estado Transparência e Controle (STC), Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) e Secretaria de Estado de Planejamento e Orçamento (Seplan).

PROFISSÃO – O auditor da STC Luciano Firme, que também é Controlador-adjunto da Área de Governo, explica que a profissão requer muita responsabilidade e postura ética, pois o auditor trabalha com informações sensíveis da Administração Pública. “No caso da STC, o auditor trabalha não só com as áreas estratégicas da Secretaria, mas, muitas vezes, em parceria com o Ministério Público e com a Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública”, acrescenta Luciano.

Na STC, o sistema de auditoria implantado permite a realização das atividades via web, de qualquer lugar onde haja acesso à internet, após coletadas as informações nos órgãos e entidades auditadas. “A Secretaria tem investido na aquisição e desenvolvimento de recursos tecnológicos adequados e treinado seu corpo técnico para utilização desses recursos”, esclarece o auditor.

Luciano ressalta a necessidade de o auditor possuir conhecimento aprofundado sobre as áreas em que vai trabalhar, pois as atividades do controle interno podem ser executadas em diversos setores do governo. “Na STC nós auditamos diversas áreas da Administração Pública, por isso é necessário que os auditores tenham formação multidisciplinar. Precisamos de auditores que tenham conhecimento na área de saúde, de tecnologia da informação, de obras, de ciência jurídicas etc. Todos serão bem-vindos e devidamente capacitados para a realização dos trabalhos”, frisa.

“Na STC, além da Controladoria-Geral, os auditores poderão ter exercício em outras áreas como aquelas relacionadas à correição, à transparência pública, ao Observatório da Despesa e à área de inteligência da Secretaria”, explica Luciano.

A auditoria de controle interno é regida, no GDF, pela Lei 4.448/09, que lhe atribui natureza de carreira típica de Estado e essencial ao desempenho das políticas públicas visando à responsabilidade fiscal. Além de outras prerrogativas, a lei também garante ao auditor independência técnica na realização dos trabalhos.

BENEFÍCIOS – Além da remuneração inicial de R$ 12 mil (com previsão de aumento, até setembro de 2015, para R$ 13.700, no início de carreira e R$ 19.539,48, no final de carreira), o auditor da STC tem como benefícios a indenização de transporte mensal, atualmente em R$ 1.867 (valor relativo a 22 dias de trabalho), o anuênio de 1% sobre o vencimento a cada ano de exercício e a licença prêmio (três vantagens em relação à esfera federal). Também acresce à remuneração dos auditores uma gratificação de titulação e um adicional de qualificação.

Os aprovados nesse concurso terão carga horária de 40 horas semanais. Além das 60 vagas para preenchimento imediato, o concurso prevê mais 240 para cadastro reserva.

Além das provas objetivas, haverá ainda um exame discursivo, sindicância de vida pregressa, curso de formação, com carga horária de 160 horas e, por último, avaliação de títulos.

Serão cobrados na primeira etapa, conhecimentos em línguas portuguesa e inglesa, administração pública, financeira e orçamentaria, contabilidade, controle interno e externo, economia, auditoria governamental, e planejamento e orçamento.

Além disso, é preciso estar em dia com os conhecimentos em direitos financeiro, tributário, constitucional e administrativo.