Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
9/08/16 às 15h04 - Atualizado em 29/10/18 às 15h13

Controladoria-Geral do DF faz visita técnica à Fábrica Social

COMPARTILHAR

Auditoria baseada em riscos está sendo implantada na Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e órgãos vinculados

 

No último dia 3, servidores da Controladoria-Geral do Distrito Federal fizeram visita técnica à Fábrica Social. A ida ao local faz parte dos trabalhos de implantação da gestão de risco na Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos – SEDESTMIDH, iniciada há cerca de um mês pela SUBCI, e a qual aquele centro de capacitação está vinculado.

 

A visita do subcontrolador de controle interno, Lúcio Carlos Pinho, e do auditor Rodrigo Ramos Gonçalves teve a finalidade de conhecer detalhadamente a história e atuação da Fábrica Social e apresentar o trabalho de auditoria baseada em risco que está sendo realizada no âmbito da Sedestmidh e órgãos vinculados, com foco em propor melhorias e aperfeiçoamento na gestão.

 

Os auditores foram recebidos pelo subsecretário de integração das ações sociais da Fábrica Social, Célio Carlos da Silva, que relatou o histórico da iniciativa governamental, cujo objetivo é atender um segmento de alta vulnerabilidade social. Segundo ele, o centro de capacitação se propõe a criar condições mais favoráveis para uma parcela da sociedade que é excluída dos processos convencionais de qualificação. “O público é formado por egressos do lixão e moradores de Santa Maria – região de menor IDH no Brasil. Com estas pessoas estamos tentando construir um universo alternativo”, explicou Silva.

 

Lúcio Pinho explicou que a auditoria ajudará a criar um plano de enfrentamento para dar respostas aos riscos e intervir positivamente no projeto, de forma melhorar os resultados. O subcontrolador esclareceu que a auditoria vai além de apontar falhas e propor medidas saneadoras. “Um trabalho de gestão de risco pode ajudar na captação de recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT), por exemplo”, afirmou. “Nosso trabalho visa aperfeiçoar e dar novas ideias com vistas a expandir os serviços”, complementou o auditor Rodrigo Gonçalves.

 

O chefe da Assessoria de Projetos Especiais, Ednilson Rodrigues, e a assessora Juliana Louzada, também participaram da visita para conhecer o processo de trabalho desenvolvido pela Fábrica Social.

 

A gestão de riscos consta no Acordo de Resultados da CGDF. Pelo documento, a Controladoria-Geral está comprometida em implantar a gestão de riscos em três unidades programadas de alta complexidade da Administração Pública Direta do GDF, até novembro de 2016.